

Dia da Mulher: expertise feminina impulsiona construção do futuro da mobilidade no TIC Eixo Norte
TIC Trens conta com o talento de mulheres como Ana Cecilia, Rosemeire e Bianca Cardoso, que possuem mais de 15 anos no setor ferroviário, e Bianca Castro, que lidera um time de maquinistas

Neste Mês da Mulher, a TIC Trens celebra a expertise feminina que
impulsiona a construção do futuro da mobilidade. À frente do projeto TIC
Eixo Norte, a concessionária desempenha um papel estratégico e
precursor na ferrovia de passageiros do país, por meio da operação e
modernização da Linha 7-Rubi e da implantação, operação e manutenção dos
futuros Trem Intermetropolitano (TIM) e Trem Intercidades (TIC),
primeiro trem de média velocidade do Brasil.
Uma das mulheres que
faz parte do time que está construindo esta história é a engenheira
civil Bianca Cardoso, que, com 33 anos de idade, está prestes a
completar 16 anos de carreira, com praticamente metade de sua vida
dedicada à ferrovia. No projeto TIC Eixo Norte, trabalha como apoio
direto à gestão de projetos, contribuindo com análises e documentações
necessárias, assim como a compatibilização de projetos na metodologia
BIM, garantindo uma gestão eficiente do projeto e do ativo construído.
"Minha
escolha pela ferrovia começou em casa. Meu pai, na época maquinista,
incentivou a mim e ao meu irmão para ingressarmos no setor. Ele também é
engenheiro civil e minha mãe é arquiteta. Hoje, me sinto realizada por
conseguir unir minha vivência ferroviária com minha paixão por projetos e
obras. Meu próximo passo é aprofundar meus estudos em BIM e me
aperfeiçoar ainda mais para contribuir estrategicamente na aplicação
dessa metodologia em projetos ferroviários", afirma Bianca.
Já a
maquinista Rosemeire da Silva Ribeiro, 55 anos, consolida experiência
no setor ferroviário há mais de duas décadas. Hoje, conduz os trens da
Linha 7-Rubi, que transportam cerca de 400 mil pessoas por dia. Para
ela, essa grande responsabilidade veio acompanhada de reconhecimento e
orgulho. "É uma profissão muito gratificante. Deixar o passageiro em seu
respectivo destino me faz muito feliz. Muitas pessoas, principalmente
crianças, acenam para mim quando estou na cabine e demonstram fascínio
quando encontram alguém que está conduzindo um trem", conta a
maquinista.
Já no Centro de Controle Operacional (CCO), estão os
profissionais que garantem a circulação dos trens com regularidade e
segurança, em comunicação constante com os maquinistas. No "cérebro" da
operação, está a controladora Ana Cecilia Bomfim Biscalchini, que soma
mais de 15 anos de experiência no setor.
Depois de também ter
atuado como maquinista, passou a acompanhar, em tempo real, a circulação
da linha, tomando decisões que geram um resultado imediato em toda a
operação. "Quando me dei conta de que não me vejo trabalhando em outra
área fora da ferrovia, percebi o tamanho da minha paixão pelo setor. É
um ambiente onde nos tornamos uma família", destaca Ana.
Liderança e protagonismo no setor
Na
Linha 7-Rubi, a gestão da circulação de trens e das equipes
operacionais também conta com mulheres em posições-chave. A supervisora
de tráfego Bianca da Silva Castro, 39 anos, iniciou sua trajetória como
operadora de trens e hoje está à frente de uma equipe de maquinistas e
rotinas operacionais.
"Estar na ferrovia é a realização de um
sonho, sobretudo em um cargo de liderança dentro do maior projeto de
mobilidade do país, o TIC Eixo Norte. Meu papel vai além de garantir a
circulação dos trens: envolve a gestão de pessoas, ouvir com atenção,
empatia e acolhimento, para que a equipe esteja sempre em sua melhor
versão. Esse senso de pertencimento e união do time é o que me move dia
após dia", afirma Bianca.


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