Fim do diesel em São Paulo acelera corrida por caminhões elétricos
Alinhada à declaração do prefeito Ricardo Nunes sobre descarbonizar a
frota da capital, nova geração de caminhões elétricos da FEVER
desembarca no Brasil em meio à pressão regulatória
São Paulo, fevereiro de 2026 – A declaração do prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, de que a capital deve eliminar caminhões a diesel nos próximos anos acelera decisões de investimento no setor de logística. Em meio a esse cenário, a FEVER confirma o desembarque da linha 2026 de caminhões 100% elétricos no Brasil no próximo dia 5, reforçando a corrida corporativa pela descarbonização.
Para Nelson Füchter Filho, CEO da FEVER, a maior cidade do país funciona como termômetro nacional. "Quando São Paulo coloca a descarbonização da frota no centro da agenda, o impacto extrapola o município e influencia decisões de investimento em todo o mercado", afirma.
Segundo o executivo, o movimento já vinha ganhando força, mas o ambiente regulatório acelerou o processo. "Estamos vivendo uma mudança estrutural. As empresas estão se antecipando porque entendem que a transição energética deixou de ser opcional. A fala do prefeito reforça algo que o mercado já percebe: quem não começar a renovar a frota agora pode enfrentar custos maiores e menos competitividade nos próximos anos", esclarece.
Nova geração chega com foco em eficiência urbana
A linha 2026 amplia o portfólio da empresa em veículos comerciais elétricos voltados à movimentação de cargas e prestação de serviços urbanos. Entre os modelos que desembarcam estão o Fever Nextem FN1000 Chassi Cabine, Fever Nextem FN1000 Pick Up, Fever Nextem FN1000 High Box e Fever Nextem FN1000 Mega Box.
Com capacidade de carga de até uma tonelada e volume de até 7,3 m³, o FN1000 foi projetado para operações urbanas intensivas. O modelo é livre de rodízio em cidades como São Paulo, fator que amplia a janela operacional das empresas e impacta diretamente a produtividade das frotas. A nova geração também oferece cinco anos de garantia e sistema de carregamento padrão Tipo 2, compatível com a infraestrutura pública e privada já instalada no país, facilitando a adoção por operadores logísticos e empresas de serviços.
O atendimento à expansão do mercado tem sido viabilizado principalmente pela FEVER Fleet, braço de locação da marca, que desempenha papel estratégico na eletrificação de frotas corporativas. Os planos de assinatura se consolidam como o modelo mais aderente às estratégias B2B, ao oferecer previsibilidade financeira e menor investimento inicial, facilitando a adoção dos veículos elétricos diante do aumento da demanda.
O foco está na eficiência operacional, na redução de emissões e no menor custo total de propriedade, fatores que ganham peso em um contexto de possível restrição futura ao diesel em grandes centros.
Füchter explica que, além da questão ambiental, há um vetor financeiro relevante. Empresas que operam em capitais como São Paulo precisam considerar não apenas metas ESG, mas também risco regulatório, acesso a contratos e imagem institucional. "O momento é positivo porque existe convergência entre política pública e estratégia corporativa. A demanda está aquecida e vemos empresas se preparando com antecedência para o que deve se consolidar nos próximos anos", conclui.
